O dilema entre a liberdade e a necessidade em David Hume e Edgar Allan Poe

Quase cem anos após David Hume publicar Uma investigação sobre o entendimento humano (1748), Edgar Allan Poe lança o conto Assassinatos na rua Morgue (1841). Nesta célebre história policial, Poe descreve a rotina de dois amigos que possuem hábitos exóticos como reclusão total num velho casarão durante o dia, longos passeios noturnos e complexos jogos… Continue lendo O dilema entre a liberdade e a necessidade em David Hume e Edgar Allan Poe

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Escher nos acena do futuro

Maurits Cornelis Escher (1898-1972) poderia ser só mais um grande artista holandês, como tantos outros, cujos trabalhos arrebantam multidões. Mas sua arte tem algo mais, algo que insiste em nos acenar do futuro. Filho de um engenheiro civil, Escher não suportou a solidez do curso de arquitetura e desencaminhou-se para a vida errante e rarefeita… Continue lendo Escher nos acena do futuro

Homero, o poeta cego, e a charada mortal

Homero, escritor grego e autor da Ilíada e Odisseia, é considerado, além de um grande poeta, um excepcional charadista ou decifrador de enigmas. Sua grande sabedoria não o livrou, porém, de sucumbir (literalmente) a uma charada infantil, lançada por um grupo de pescadores mirins. Toda a biografia de Homero é rodeada de suspeitas. Nem sequer… Continue lendo Homero, o poeta cego, e a charada mortal

Leitor faquir

Em Assim falava Zaratustra, no tópico do Do ler e do escrever, Nietzsche diz que só aprecia livros escritos com sangue. Neste mesmo tópico, ele diz, em sequência, que detesta todos os que leem por desfastio. Difícil imaginar, no entanto, que certos autores sejam lidos como passatempo. Embora o filósofo Gilles Deleuze diga que há humor… Continue lendo Leitor faquir